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Este artigo apresenta uma reflexão crítica sobre a forma de abordagem das questões
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indígenas nos jornais tradicionais sul-mato-grossenses, o Correio do Estado, Campo
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Grande-MS e O Progresso, Dourados-MS, iniciado no último trimestre de 2005. A
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partir do último semestre de 2006, incluiu, ainda, o impresso de circulação nacional,
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Folha de São Paulo e uma análise comparativa com o periódico especializado na
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questão indígena, Porantim, editado pelo Conselho Indigenista Missionário, CIMI. Os
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resultados constatados permitem concluir que as relações de poder, decorrentes da força
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dos interesses ligados, especialmente, ao agronegócio, condicionam e interferem no
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caráter das notícias que dizem respeito aos direitos indígenas, sendo este um dos fatores
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cruciais para o declínio da confiabilidade na imprensa.