| GT: História do Jornalismo PRESENÇA FEMININA NO JORNALISMO PERNAMBUCANO: DOS PRIMÓRDIOS À REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL Maria Luiza Nóbrega de Morais (Universidade Federal de Pernambuco)
ResumoA presença feminina no jornalismo pernambucano registra-se desde o século XIX. Inicialmente, uma participação restrita a conteúdos literários que depois se vai ampliando. No século XIX, destacamos Umbelina Ribeiro Roma, dona da Tipografia Viúva Roma & Filhos que assume a produção de jornais políticos, em 1848. No fim do século, Pórcia Constancia de Melo dirigiu alguns jornais publicados em sua tipografia. Maria Heráclia d’Azevedo dirigiu O Myosotis, em 1875. Em 1883, Josefina Águeda Felisbela Mercedes de Oliveira e Maria Augusta Generosa Estrela são redatoras do jornal A Mulher, provavelmente o primeiro periódico pernambucano a discutir com ousadia os espaços femininos na sociedade. No século XX, este trabalho contribui com informações sobre a participação feminina no jornalismo pernambucano até os anos 60, acompanhando as inovações das mídias e a luta pela profissionalização Palavras-chave: Jornalismo pernambucano, Mulheres na mídia, Mulheres no jornalismo |