V Congresso Nacional de História da Mídia
ResumoID:01.156-1


GT: História do Jornalismo

PRESENÇA FEMININA NO JORNALISMO PERNAMBUCANO: DOS PRIMÓRDIOS À REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL

Maria Luiza Nóbrega de Morais (Universidade Federal de Pernambuco)

Resumo

A presença feminina no jornalismo pernambucano registra-se desde o século XIX. Inicialmente, uma participação restrita a conteúdos literários que depois se vai ampliando. No século XIX, destacamos Umbelina Ribeiro Roma, dona da Tipografia Viúva Roma & Filhos que assume a produção de jornais políticos, em 1848. No fim do século, Pórcia Constancia de Melo dirigiu alguns jornais publicados em sua tipografia. Maria Heráclia d’Azevedo dirigiu O Myosotis, em 1875. Em 1883, Josefina Águeda Felisbela Mercedes de Oliveira e Maria Augusta Generosa Estrela são redatoras do jornal A Mulher, provavelmente o primeiro periódico pernambucano a discutir com ousadia os espaços femininos na sociedade. No século XX, este trabalho contribui com informações sobre a participação feminina no jornalismo pernambucano até os anos 60, acompanhando as inovações das mídias e a luta pela profissionalização


Palavras-chave:  Jornalismo pernambucano, Mulheres na mídia, Mulheres no jornalismo
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