ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT8-EP.3257-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT8: <b>DT 8  GP Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura</b><p align=justify><strong>TV BRASILEIRA NA DIFERENCIAÇÃO MARGINAL: REPETIÇÕES, RECRIAÇÕES E NOVAS DEMANDAS.</strong></p><p align=justify><b><u>Mannuela Ramos da Costa </u></b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo analisa as recentes estratégias das emissoras de TV Rede Globo, SBT e Record, considerando o seu posicionamento de mercado e aspectos pontuais da sua grade de programação, a partir da década de 1990. As teorias do marketing, da propaganda e dos Estudos Culturais, elucidam como as estratégias de mercado destas emissoras se imbricam com mudanças de conteúdo de seus produtos ao longo de suas trajetórias. Estes aspectos são resultantes da mudança de perfil (sociodemográfico e identitário) e dos novos hábitos de consumo midiático dos espectadores. Juntos, estes fatores apontam para o atual status do mercado televisivo brasileiro, que tende à lógica de diferenciação marginal (LIPOVETSKY,2004), isto é, os concorrentes em pouco ou nada se diferenciam uns dos outros.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;televisão, diferenciação marginal, posicionamento, identidade, audiência</td></tr></table></tr></td></table></body></html>