ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT1-HJ.3176-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT1: <b>DT 1  GP História do Jornalismo</b><p align=justify><strong>A OBRIGATORIEDADE DO DIPLOMA E A CONSTITUIÇÃO DA COMUNIDADE JORNALÍSTICA NO BRASIL  UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA</strong></p><p align=justify><b><u>Cicélia Pincer Batista </u></b> (<i>Universidade Presbiteriana Mackenzie</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O texto pretende discutir, a partir de uma perspectiva histórica da profissionalização do jornalismo brasileiro, o significado da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de extinguir a obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão, aprovada em votação plenária em 17 de junho de 2009. Com base em discussões que mobilizaram o meio profissional, acadêmico e empresarial do jornalismo brasileiro após o julgamento do STF, pretende-se problematizar o modo como a comunidade profissional entende seu papel social e como se definem os padrões de comportamento que orientam o fazer jornalístico no Brasil de hoje. Para tanto, tem-se como referência a análise de Barbie Zelizer, que propõe considerar o jornalismo não só como profissão, mas como uma comunidade interpretativa, unida pelo discurso partilhado e pelas interpretações coletivas de acontecimentos públicos relevantes.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Jornalismo Brasileiro, Profissionalização, Fim do diploma, Comunidade Interpretativa</td></tr></table></tr></td></table></body></html>