ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:IJ-DT3.2892-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>IJ: <b>Intercom Júnior - Relações Públicas e Comunicação Organizacional</b><p align=justify><strong>BAH! NÃO ERA! CAMPANHA CONTRA O CRACK</strong></p><p align=justify><b><u>Juliana Müller da Silva </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b><u>Damean Klaus de Castro Fleischmann </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b><u>Leandro Celmar dos Santos Rocha </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Através de uma ONG estrangeira que está se inserindo no Brasil, para fins de apoio ao combate do uso do crack, foi desenvolvido um projeto que visa amenizar e conscientizar os usuários desta droga a se afastarem deste perigo, que prejudica muito na formação como cidadãos e que afeta diretamente a sociedade como um todo. As clínicas de reabilitação instaladas no estado do RS estão esgotadas de pacientes que buscam o tratamento, mas muitas delas são particulares, agravando o problema, pois em virtude de grande parte dos adolescentes serem de classe social baixa, muitos precisam de apoio de autoridades do governo ou de representantes das comunidades periféricas para obter o benefício e terem acesso ao tratamento. Sem ações que viabilizem estas condições, o vício se alastra como uma epidemia entre os jovens e desestrutura famílias. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Crack, UNAADA, Campanha, Mídia, Ações</td></tr></table></tr></td></table></body></html>