ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT7-CC.2841-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT7: <b>DT 7  GP Comunicação para a Cidadania</b><p align=justify><strong>A FRONTEIRA VIRTUOSA: UNIVERSIDADE, MÍDIAS LIVRES E DIÁLOGO INTERCULTURAL</strong></p><p align=justify><b><u>Guilherme Gitahy de Figueiredo </u></b> (<i>Universidade do Estado do Amazonas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo faz uma análise das oficinas e mídias livres facilitadas pela UEA em Tefé (AM) como táticas que ajudam a fazer da universidade uma  fronteira , tal como formulada por Tassinari (2001) para pensar as escolas indígenas. Em outros estudos foi mostrado como a atividade de voluntários nestas ações possibilitou a eles o acesso a tecnologias, socialização, oportunidades profissionais, aprendizagem crítica e envolvimento com movimentos sociais; de outro lado, um estudo sobre os povos indígenas atendidos pelas oficinas mostra que eles têm se apropriado delas para incrementar suas centenárias táticas por autonomia. O conceito de  fronteira nos permite, agora, pensar estas apropriações num único quadro, no qual o diálogo intercultural mostra-se como colaboração virtuosa, com ganhos táticos para todos os envolvidos. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;universidade, extensão, mídias livres, fronteira, autonomia</td></tr></table></tr></td></table></body></html>