ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT6-CD.2763-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT6: <b>DT 6  GP Comunicação e Educação</b><p align=justify><strong>FAZER RIR... A QUE PREÇO? DESRESPEITO E COMERCIALIZAÇÃO DA LIBERDADE INFANTIL </strong></p><p align=justify><b><u>Vânia Lúcia Quintão Carneiro </u></b> (<i>UnB</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Busca-se compreender a participação de crianças, em programas de TV voltado ao grande público, especificamente da Maísa. Analisa-se, aqui, o mecanismo de entretenimento usado em programas de auditório, bem como o que se solicitava ou se exigia da interlocutora-mirim e em que condições. Parte-se da observação de trechos do programa que circularam no YouTube, e que refletiam, a princípio, a imagem de uma menina inteligente, que faz rir; e, dos últimos e constrangedores episódios da menina que chora. Evidenciou-se que o mecanismo de produção do riso, evocava brincadeiras infantis com bonecos de molas ou cordas. Por meio de tais imagens , o competente apresentador, transformava em  comédia/grotesco qualquer situação real, ainda que dolorosa e desrespeitosa à criança, desde que atendesse aos interesses mercantilistas da emissora, medidos pelos índices de audiência.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;infância, mídia, desrespeito, humor, liberdade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>