ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT5-CI.2627-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT5: <b>DT 5 - GP Cibercultura</b><p align=justify><strong>COLABORAÇÃO, USO LIVRE DAS REDES E A EVOLUÇÃO DA ARQUITETURA P2P</strong></p><p align=justify><b><u>Fabio Luiz Malini de Lima </u></b> (<i>Universidade Federal do Espírito Santo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo busca proporcionar um panorama sobre a evolução da arquitetura peer-to-peer, demonstrando que a evolução técnica dos sistemas de trocas de arquivo é, antes de tudo, derivada de soluções sociais às limitações instituídas pela indústria do direito autoral ao conjunto geral da sociedade, sobretudo, no que tange ao rigor estabelecido na forma como os objetos culturais devam ser distribuídos coletivamente. O artigo atravessa a história social que baliza a emergência do Napster até o aparecimento do modelo torrent, sendo este a forma até então mais bem acabada de anonimato das trocas de informação online. Cada modelo alimenta novas formas de gestão democrática da multidão, constituindo uma soberania que não passa por nenhum ente que centraliza informação e relações, ao mesmo tempo em que alimenta novas investidas coercitivas do poder das corporações da economia da informação. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Cibercultura, Arquiteturas p2p, Controle, Colaboração</td></tr></table></tr></td></table></body></html>