ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT6-CU.2480-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT6: <b>DT 6  NP Comunicação e Culturas Urbanas</b><p align=justify><strong>ESCUTAS POSSÍVEIS: MÚSICA MIDIÁTICA, MUNDIALIZAÇÃO, WORLD MUSIC EM ESPAÇOS INTERCULTURAIS</strong></p><p align=justify><b><u>Simone Luci Pereira </u></b> (<i>Centro de Estudos em Música e Mídia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Partindo de uma inquietação suscitada pela leitura de um texto de Roland Barthes de 1968  em que afirmava que a voz é o que está realmente em jogo na modernidade  esta comunicação se propõe a fazer uma discussão conceitual sobre a escuta midiática na era global. Abordando também o conceito de world music, discutiremos a escuta como forma de consumo cultural que pode possibilitar o conhecimento do Outro, do diferente mediado pela técnica nas canções midiáticas, num momento em que fluxos globais e locais se acham em confronto e negociação, configurando espaços interculturais. Neste contexto, a voz e a escuta midiática adquirem papel de destaque num mundo em que identidades e sentidos de pertencimento se encontram em reconstrução constante. Uma escuta que põe em jogo novas articulações entre próprio/estrangeiro, local/global, em que  escutar é escutar-se (Barthes).</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;escuta, world music, paisagem sonora, mundialização, interculturalidade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>