ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT7-GC.2193-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT7: <b>DT 7  GP Geografias da Comunicação</b><p align=justify><strong>A POLÍTICA PELA GEOGRAFIA: A OCUPAÇÃO DE TERRAS E DA MÍDIA COMO FERRAMENTA SEM-TERRA</strong></p><p align=justify><b><u>Kleber Santos de Mendonça </u></b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente artigo pretende lançar, a partir do diálogo entre conceitos da Comunicação e da Geografia, as bases teóricas para dimensionar as características de uma das principias estratégias políticas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): a ocupação de terras. Parte-se, aqui, da hipótese de que tal metodologia política só é capaz de se efetivar na medida em que consegue transcender os múltiplos locais simultâneos das ocupações, de modo a abarcar uma unidade produzida pelo espaço informativo que relatará tais ações. Com isso, percebe-se a efetivação de uma ampla ocupação midiática, a partir da qual o MST garante a visibilidade necessária para se estabelecer como um interlocutor legítimo da questão agrária, bem como materializar sua ação política numa arena informativa global, mesmo diante de interpretações negativas.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Geografias da Comunicação, Jornalismo, MST, Ocupação de Terras, Questão Agrária</td></tr></table></tr></td></table></body></html>