ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT6-CU.1910-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT6: <b>DT 6  NP Comunicação e Culturas Urbanas</b><p align=justify><strong>MEDO, MÍDIA E RECEPÇÃO NA CIDADE</strong></p><p align=justify><b><u>Gaelle Marie Chloé Rony </u></b> (<i>Universidade federal de Rio de janeiro</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Nesse artigo, ao estabelecer um paralelo entre as notícias televisivas e o discurso dos jovens da elite carioca sobre crime no Rio de Janeiro, aparecem diferentes modalidades de recepção, configuradas por sentimentos de insegurança e por a identificação com o sofredor. Enquanto o discurso da mídia propõe categorias de identificações rígidas e estereotipadas e naturaliza uma cidade marcada pelo medo, os jovens receptores constroem uma comunidade imaginada nos, vitimas/eles, criminosos, cujas fronteiras sociais e morais são flexíveis. Ou seja, a perspectiva racionalista segundo qual a exposição à mídia e a taxa de crime determinam e reforçam o medo nas interações sociais urbanas não se verifica. Ao falar da rotina urbana, das relações sociais e da justiça, os receptores negociam o enquadramento dominante da mídia.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;cidade, sentimento de insegurança, vítima, recepção, comunidade imaginada</td></tr></table></tr></td></table></body></html>