ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT7-CC.1904-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT7: <b>DT 7  GP Comunicação para a Cidadania</b><p align=justify><strong>A MÍDIA ALTERNATIVA NA DEFESA DOS DIREITOS REPRODUTIVOS: DISCURSOS SOBRE O ABORTO NA AGENDA POLÍTICA FEMINISTA</strong></p><p align=justify><b><u>Karina Janz Woitowicz </u></b> (<i>Universidade Estadual de Ponta Grossa</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Como a mídia produzida por grupos feministas no Brasil participa das lutas pelos direitos reprodutivos? O presente artigo discute o papel da produção midiática  aqui denominada  alternativa  nos processos de organização, fortalecimento e visibilidade das ações promovidas por entidades que atuam na defesa dos direitos das mulheres, configurando uma estratégia política operada no interior do movimento. Esta abordagem parte do trabalho desenvolvido por ONGs que atuam no campo dos direitos reprodutivos, tendo como recorte temático a reivindicação do direito ao aborto. Nesta perspectiva, o artigo analisa alguns veículos produzidos pelas entidades (tais como jornais, vídeos, programas de rádio, campanhas, etc), de modo a reconhecer alguns espaços de construção de discursos contra-hemegônicos e de identidades de resistência que projetam as lutas feministas pelo direito ao corpo.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;mídia alternativa, movimento feminista, direitos reprodutivos, ONGs, aborto</td></tr></table></tr></td></table></body></html>