ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT6-PE.1864-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT6: <b>DT 6  NP Produção Editorial</b><p align=justify><strong>REVENDO O FORMATO DA TIRA CÔMICA</strong></p><p align=justify><b><u>Paulo Eduardo Ramos </u></b> (<i>Universidade Federal de São Paulo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo procura demonstrar a relevância do formato na constituição das tiras cômicas e de como tais dimensões têm sido revisadas nos últimos anos no Brasil. Entendemos que ocorra nas últimas décadas um comportamento semelhante ao presenciado há um século pelos pioneiros das histórias os quadrinhos nos Estados Unidos. Como propõe o pensador russo Mikhail Bakhtin, há uma instabilidade dentro da estabilidade do gênero. Como consequência, traz a necessidade de uma reavaliação da definição de tira.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Tira cômica, história em quadrinhos, formato, suporte, gênero</td></tr></table></tr></td></table></body></html>