ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT2-PP.1304-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT2: <b>DT 2  GP Publicidade e Propaganda</b><p align=justify><strong>PUBLICIDADE IMOBILIÁRIA E SUAS CONSTRUÇÕES RETÓRICAS.</strong></p><p align=justify><b><u>Maria Cristina Dias Alves </u></b> (<i>Escola Superior de Propaganda e Marketing</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A publicidade de lançamentos residenciais apresenta especificidades decorrentes dos próprios produtos que anuncia, de alto valor aquisitivo, que não podem ser consumidos no momento da compra (não existem materialmente). Anuncia, portanto, um vir a ser, simulado em imagens hiper-realistas de empreendimentos que só ficarão prontos anos depois. Ainda que o terreno seja um dos meios de produção, não reproduzível, a mercadoria-habitação se assemelha aos produtos de consumo de massa quanto à sua fabricação em série, que exclui a marca pessoal do trabalhador. A publicidade, como mito da nossa época, ocupa um lugar intermediário entre a produção e o consumo (operador totêmico). Nela, o imóvel adquire sentido: ganha um nome, uma marca, uma  embalagem conceitual que o distingue e lhe dá  existência no universo mágico de seus anúncios, cuja construção retórica discutimos neste artigo. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Publicidade imobiliária, mito, produção simbólica, consumo</td></tr></table></tr></td></table></body></html>