ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT2-PP.1206-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT2: <b>DT 2  GP Publicidade e Propaganda</b><p align=justify><strong>A MULHER PUBLICITÁRIA, PRECONCEITO E ESPAÇO PROFISSIONAL: ESTUDO SOBRE A ATUAÇÃO DE MULHERES NA ÁREA DE CRIAÇÃO EM AGÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO EM CURITIBA.</strong></p><p align=justify><b><u>Christiane Monteiro Machado </u></b> (<i>Universidade Positivo</i>); <b><u>Julio Cezar Peripolli </u></b> (<i>Universidade Positivo</i>); <b><u>Maria Eliza Ferraz Marques </u></b> (<i>Universidade Positivo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O preconceito em relação ao gênero feminino no mercado de trabalho é o tema deste estudo. Na área da criação das agências de publicidade em Curitiba, as mulheres são minoria e ocupam cargos inferiores aos dos homens. Busca-se, então, compreender em que medida existe preconceito, por que a participação da mulher nesta área é inferior à do homem e como se dá a divisão de cargos superiores nessas agências. A contextualização histórica e as discussões de questões de gênero são a base do estudo, que mostra, a partir de entrevistas em profundidade, que as publicitárias, apesar de sofrerem manifestações de preconceito, com brincadeiras de mau gosto e ascensão profissional lenta, conformam-se. O ambiente estudado reproduz na atualidade características históricas de discriminação, que é acatada pelas profissionais como uma manifestação sociocultural natural.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;mulher publicitária, preconceito, questões de gênero, agências de publicidade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>