ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT7-GC.1062-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT7: <b>DT 7  GP Geografias da Comunicação</b><p align=justify><strong>CARTOGRAFANDO NOVAS SOCIALIDADES NO ESPAÇO URBANO SOTEROPOLITANO: ESTRATÉGIAS DE UM PROGRAMA POPULAR TELEVISIVO NA RESSIGNIFICAÇÃO DE FRONTEIRAS</strong></p><p align=justify><b><u>Lilian Reichert Coelho </u></b> (<i>Universidade Federal da Bahia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Orienta-se por balizas teóricas oriundas de diversas áreas do saber (BACHELARD, 2003; SANTOS, 2005; LEFEBVRE, 1999; SERPA, 2007; MAFFESOLI, 1996), a fim de perseguir a hipótese segundo a qual um programa televisivo de nítido apelo popular pode atuar de modo eficaz na construção de novas socialidades em um espaço urbano prenhe de contradições. Estas inegavelmente povoam a vida prática e simbólica de seus habitantes. Para isso, considera-se o referido programa agente de socialidades, ao conferir visibilidade positiva a pessoas e bairros pobres da capital baiana, comumente relegados à invisibilidade pelo jornalismo de referência local. Assim, compreende-se o programa Que venha o povo! como espaço liminar entre lugares simbólicos e territoriais que ressignifica as fronteiras instituídas pelos poderes, práticas e discursos dominantes.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;espaço, urbano, fronteiras, comunicação, socialidades</td></tr></table></tr></td></table></body></html>