ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT6-CU.654-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT6: <b>DT 6  NP Comunicação e Culturas Urbanas</b><p align=justify><strong>CIDADE DOS MEDOS X CIDADE DOS SONHOS: O PARADOXO DAS REPRESENTAÇÕES DO JORNAL O GLOBO DURANTE O PAN NO RIO DE JANEIRO</strong></p><p align=justify><b><u>Ricardo Ferreira Freitas </u></b> (<i>Universidade do Estado do Rio de Janeiro</i>); <b><u>Vania Oliveira Fortuna </u></b> (<i>Universidade Veiga de Almeida</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo analisa as narrativas do jornal O Globo, publicadas em julho de 2007, mês da realização dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro. O objetivo é a interpretação das representações da violência urbana, observando as diferentes apropriações e o seu reflexo no espaço público. Percebemos que a passagem de um megaevento tem o poder de movimentar a cidade e a mídia. Identificamos um paradoxo nas matérias analisadas. A cidade foi representada como perigosa e insegura ao mesmo tempo em que as páginas ofereciam um Rio desejado por todos, seguro e feliz, cenário possível graças ao aumento do efetivo policial. Constatamos que O Globo se utiliza de uma dinâmica midiática que permite interromper o padrão das suas representações, admitindo vozes que despertam novos olhares sobre o Rio de Janeiro, especialmente quando a cidade é sede de um megaevento.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;megaevento, violência urbana, mídia, sociabilidade, O Globo</td></tr></table></tr></td></table></body></html>