ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:DT4-FS.433-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>DT4: <b>DT 4  NP Ficção Seriada</b><p align=justify><strong>FICÇÃO TELEVISIVA NO PRIME-TIME PORTUGUÊS E BRASILEIRO</strong></p><p align=justify><b><u>Marcia Perencin Tondato </u></b> (<i>Escola Superior de Propaganda e Marketing</i>); <b>Maria Aparecida Baccega </b> (<i>Escola Superior de Propaganda e Marketing e ECA/USP</i>); <b>Diana Gualberto de Macedo </b> (<i>Escola Superior de Propaganda e Marketing</i>); <b>Fernanda Castilho Santana </b> (<i>Universidade de Coimbra</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Neste artigo, apresentamos os resultados preliminares de um estudo com foco nos gêneros televisivos e nas categorias presentes na publicidade desta faixa horária. O objetivo maior deste projeto é aproximar-se das identidades das mulheres brasileiras e portuguesas, suas intersecções e diferenças; desenhar os traços que mais influenciam na recepção do conteúdo televisivo, incluindo a publicidade. A partir da pergunta  o que aproxima e o que diferencia os horários nobres de Portugal e do Brasil? , procuramos entender como as televisões portuguesa e brasileira estão desenhando o consumidor, neste artigo, em específico, qual o peso da ficção no horário nobre, visto que este conhecimento indica os critérios de definição da grade de programação, planejada estrategicamente para responder aos objetivos das emissoras.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;horário nobre, ficção, consumo, publicidade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>