ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:NP-PE.1588-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>GT: <b>NP Produção Editorial</b><p align=justify><strong>BREVE HISTÓRICO DAS PRÁTICAS DE AQUISIÇÃO DE LIVROS NO BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Livio Lima de Oliveira </u></b> (<i>FAENAC/ECA/USP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo visa apresentar um breve histórico dos programas federais de aquisição de livro, sobretudo o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), no qual se entrelaçam como atores principais a Secretaria de Educação de Infantil e Fundamental (SEB) do Ministério da Educação (MEC), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e parcelas da indústria editorial brasileira. O estudo proposto se justifica, entre outras ações, por tentar desvendar elementos que permitam analisar o uso do dinheiro público, além de ampliar o campo do conhecimento na área, considerando, sobretudo, a da indústria editorial brasileira e suas relações com o governo federal, seguramente o seu principal cliente.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;PNBE, FNDE, MEC-SEB, indústria editorial, políticas públicas</td></tr></table></tr></td></table></body></html>