ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:NP-TI.1135-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>GT: <b>NP Tecnologias da Informação e da Comunicação</b><p align=justify><strong>E-GOV E NOVAS IMPLICAÇÕES POLÍTICO-COMUNICACIONAIS: A QUESTÃO DOS CARTÕES CORPORATIVOS DO GOVERNO FEDERAL</strong></p><p align=justify><b><u>José Antonio Martinuzzo </u></b> (<i>Universidade Federal do Espírito Santo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A partir do link entre a polêmica do uso dos cartões corporativos e sua origem inconteste, mas ainda não observada pelo debate nacional, com as políticas de governo eletrônico no Brasil, este artigo objetiva fazer um mapeamento das ações e valores que nortearam a implantação e o desenvolvimento do e-gov no País, em âmbito federal, em meados da década de 1990, destacando a sua relevância para democracia e o debate político. Ao longo desse tempo, já são três fases distintas, com a instituição de duas políticas oficiais de e-government, uma na gestão Fernando Henrique Cardoso e outra no governo Luiz Inácio Lula da Silva. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;governo eletrônico, internet, políticas públicas, transparência</td></tr></table></tr></td></table></body></html>