ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:NP-UR.1033-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>GT: <b>NP Comunicação e Cultura Urbanas</b><p align=justify><strong>DIÁLOGOS PÚBLICOS NO CENTRO DE BELO HORIZONTE: OS PROCESSOS COMUNICATIVOS E A DIVERSIDADE DE TEMPOS, ESPAÇOS E PRÁTICAS CULTURAIS</strong></p><p align=justify><b><u>Milene Migliano Gonzaga </u></b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Apresentamos neste texto as chaves analíticas que serão utilizadas na abordagem das interações comunicativas que encontramos na cidade tais como inscrições, mensagens, reclamações, desenhos, stickers, stencils, pixações, grafitis e adesivos, os quais denominamos diálogos públicos. Eles emergem no Centro de BH, conformando práticas culturais, relações sociais e interações comunicativas urbanas. Buscamos entender como estas formas de se relacionar dos sujeitos comuns criam laços de sociabilidade ao compartilharem suas experiências. Em meio da diversidade de pessoas e a complexidade das relações vividas na cidade, nos preocupamos em não congelar a dinâmica urbana. Propomos como operadores analíticos: modos de operar, espaços territorializados e tempos imbricados em cada/todo diálogo público.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Comunicação urbana, modos de operar, movimentos de territorializaçã, experiência</td></tr></table></tr></td></table></body></html>