ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:NP-FT.863-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>GT: <b>NP Fotografia: Comunicação e Cultura</b><p align=justify><strong>MEMÓRIAS FIXADAS, SENTIDOS ITINERANTES: OS ARQUIVOS ABERTOS DE CHRIS MARKER</strong></p><p align=justify><b><u>Ronaldo Entler </u></b> (<i>Fundação Armando Alvares Penteado</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Para lutar contra o esquecimento, as sociedades modernas multiplicaram seus arquivos e buscaram metodologias para recompor um suposto fio contínuo da história. Conscientes do fracasso desse projeto, alguns artistas passaram a se apropriar de acervos já constituídos, jogando com as lacunas que neles inevitavelmente restam. Por um lado, reconhecemos nessas experiências um exemplo de como a arte contemporânea se expande sobre territórios que não lhe são próprios. Por outro, encontramos nelas o esforço de dar à memória outro papel que não simplesmente o de celebrar o passado. Através da obra de Chris Marker, percebemos como o sentido das imagens que registram o passado permanece em construção e, sobretudo, como elas podem ser retomadas como instrumento de crítica e transformação do presente.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Fotografia, Arquivos, Memória, Chris Marker, Documentário</td></tr></table></tr></td></table></body></html>