ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:NP-JO.801-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>GT: <b>NP Jornalismo</b><p align=justify><strong>ATÉ ROBERTA CLOSE SE PASSOU POR JORNALISTA: O JORNALISMO E SUAS FRONTEIRAS</strong></p><p align=justify><b><u>Marco Antonio Roxo da Silva </u></b> (<i>Universidade Federal do Rio de Janeiro</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O objetivo deste artigo é discutir as fronteiras do jornalismo. Para isso evidenciamos um conjunto de casos através dos quais pudemos examinar o papel exercido pelos sindicatos de jornalistas na tentativa de formar os jornalistas enquanto classe e corporação. Pretendemos mostrar como esse padrão de atuação levou as entidades de classe a reforçarem a posse da formação universitária específica como atributo fundamental da identidade jornalística e a agirem de forma cada vez mais corporativista, recorrendo ao Estado para manter o jornalismo como uma prática social fechada a qualquer cidadão comum.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Jornalismo, sindicalismo, identidade, comunidade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>