ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:PUB-CA.166-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>GT: <b>Publicom - Comunicação audiovisual (cinema, rádio e televisão)</b><p align=justify><strong>A IMAGEM ESPECTRAL: COMUNICAÇÃO, CINEMA E FANTASMAGORIA TECNOLÓGICA</strong></p><p align=justify><b><u>Erick Felinto de Oliveira </u></b> (<i>Universidade do Estado do Rio de Janeiro</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A figura do fantasma e os ambientes fantasmagóricos têm sido explorados, na cinematografia de horror recente, como formas de expressar os perigos do olhar imprudente em uma cultura na qual a imagem e as tecnologias audiovisuais passaram a fazer parte da experiência cotidiana. Tanto em suas representações visuais como no papel que cumprem na economia narrativa de tais filmes, os fantasmas aparecem como expressão de uma experiência na qual a pulsão escópica deve ser punida com severidade. Eles denunciam os pavores tecnológicos de uma cultura na qual as imagens se apropriam da realidade e a fantasmagoria substitui o mundo da experiência cotidiana. O objetivo deta obra é analisar um conjunto de filmes que encena o temor da fantasmização da vida e pregam uma  ortopedização do olhar, que deve racionalizar as imagens e submetê-las ao controle de um sujeito validador da verdade e do real.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;cinema, imaginário tecnológico, pulsão escópica, comunicação, fantasmagoria</td></tr></table></tr></td></table></body></html>