ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>INTERCOM 2007</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=520><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>INTERCOM 2007</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=180><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>NP-JO.2185-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td> <b>NP Jornalismo</b><p align=justify><strong>A GUERRA NA VEJA: ABANDONO DO ENQUADRAMENTO HUMANO</strong></p><p align=justify><b><u>Antonio Marcos Pereira Brotas </u></b> (<i>UFBA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A guerra sempre despertou interesse do jornalismo. A falta de controle sobre o evento, a explosão da violência, a expressiva perda humana e sua dimensão política são alguns dos motivos que tornam a guerra, um acontecimento complexo de grande importância para o jonralismo. A partir de 2001, com os atentados terroristas de 11 de setembro e a ascensão midiática do terrorismo islâmico, os conflitos bélicos nos Oriente Médio ganharam bastante destaque no noticiário nacional e internacional, ampliando o debate sobre a relação Oriente e Ocidente. Um elemento, entretanto, esteve bastante ausente da cobertura da revista Veja: o enquadramento humano. Diferente das coberturas dos atentados terrosistas, a Veja praticamente abandona o enquadramento humano na cobertura das guerras do Iraque e do Líbano, reduzindo a cobertura a questões bélicas e/ou simplismente de combate ao terrorismo.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Cobertura de guerra, enquadramento humano, Revista Veja</td></tr></table></tr></td></table></body></html>