ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>INTERCOM 2007</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=520><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>INTERCOM 2007</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=180><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>NP-JO.1564-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td> <b>NP Jornalismo</b><p align=justify><strong>A HIPERCULTURA E OS CONFLITOS DO JORNALISMO COMO ESPAÇO DE CIDADANIA</strong></p><p align=justify><b><u>Enio Moraes Júnior </u></b> (<i>usp</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As novas tecnologias de comunicação têm levado a uma reelaboração do modo como os indivíduos vivem e articulam-se nas sociedades contemporâneas. No novo cenário, os conflitos que determinam o jornalismo como espaço de cidadania não são exatamente retirados da pauta da produção da informação da imprensa, mas deixam de ser percebidos pela recepção, tomada por um bios midiático que compõe a nova cultura da pressa e da superficialidade: a hipercultura. Este artigo busca propor pistas para o entendimento desse novo conflito que destoa de um sentido do jornalismo historicamente marcado por uma oposição ao consenso.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;jornalismo, cidadania, hipercultura, bios midiático</td></tr></table></tr></td></table></body></html>