ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>INTERCOM 2007</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=520><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>INTERCOM 2007</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=180><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>IJ-MI.1425-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td> <b>Intercom Júnior - Mediações e interfaces comunicacionais - Trabalho individual</b><p align=justify><strong>A MORTE NO CADERNO POLICIAL DA FOLHA DE PERNAMBUCO - ANÁLISE DO IMPACTO DAS NOTÍCIAS NOS LEITORES.</strong></p><p align=justify><b><u>Ericka de Sá Galindo </u></b> (<i>Unicap</i>); <b>Betânia Santana </b> (<i>Unicap</i>); <b>Carla Nascimento </b> (<i>Unicap</i>); <b>Kety Marinho </b> (<i>Unicap</i>); <b>Paula Crócia </b> (<i>Unicap</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo traz uma análise da recepção das notícias sobre violência fatal publicadas no Caderno de Polícia do jornal pernambucano Folha de Pernambuco em leitores residentes em bairros recifenses pertencentes às classes C e D. A superficialidade e o sensacionalismo presentes nas notícias sobre morte são fatores determinantes na formação de uma idéia distorcida da realidade dos bairros representados diariamente no jornal. Para atingir o objetivo, foi feita uma análise quantitativa (aplicação de questionário com moradores das três comunidades consideradas mais violentas do Recife) e qualitativa (realização de entrevistas com repórteres do jornal e com pesquisadores de comunicação).</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Jornalismo, recepção, sensacionalismo, violência</td></tr></table></tr></td></table></body></html>