ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>INTERCOM 2007</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=520><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>INTERCOM 2007</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=180><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>NP-FS.1416-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td> <b>NP Ficção Seriada</b><p align=justify><strong>AS MINISSÉRIES DA GLOBO E A GRADE DE PROGRAMAÇÃO</strong></p><p align=justify><b><u>Luiz Carlos Rondini </u></b> (<i>PUC-SP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente texto discute a inserção das minisséries junto à programação da Rede Globo de Televisão. Seguindo a tradição dos seriados e das novelas das 22 horas as minisséries desde o seu surgimento nos anos 1980 ocuparam o mesmo horário. Herdaram também a idéia de tramas que buscavam ampliar o leque de assuntos para temas considerados tabus e para o aprofundamento de questões comportamentais, de violência ou históricas. No entanto, diferente das novelas das 22 horas, as minisséries nunca tiveram regularidade dentro da programação da emissora ocasionando historicamente interferências decisivas para a configuração do formato e de sua relação com o público. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;minisséries, televisão, grade de programação</td></tr></table></tr></td></table></body></html>