ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>INTERCOM 2007</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=520><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>INTERCOM 2007</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=180><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>NP-JO.1336-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td> <b>NP Jornalismo</b><p align=justify><strong>ALVARO MOREIRA: CRONISTA</strong></p><p align=justify><b><u>Joelle Rachel Rouchou </u></b> (<i>FCRB/CUC</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> O Rio de Janeiro da virada do século XIX para XX assiste e é ator de um novo mundo, dentro das engrenagens do que se convencionou chamar de modernidade. Um jovem poeta, jornalista, cronista, amante de cinema, de teatro, bon-vivant, Álvaro Moreira, atua nesse cenário como promotor de uma cultura que vai chegar a novos públicos, formar novas platéias, até então pouco afeitas a manifestações culturais. Esse texto vai analisar as crônicas de Moreira que vão migrando de um estilo literário para uma nova forma de escrita, do livro A Cidade mulher. O contato com o meio jornalístico vai transformando o estilo de Álvaro num texto mais direto, uma conversa mais rápida com o leitor. Nos interessa nesta comunicação investigar as crônicas qu escreveu sobre o Rio em Cidade mulher. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Crônica, jornalista, Rio de Janeiro</td></tr></table></tr></td></table></body></html>