ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>INTERCOM 2007</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=520><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>INTERCOM 2007</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=180><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>NP-JO.1167-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td> <b>NP Jornalismo</b><p align=justify><strong>CRÍTICA DE UM ENUNCIADOR AUSENTE: A CONFIGURAÇÃO DA OPINIÃO NO JORNALISMO CULTURAL</strong></p><p align=justify><b><u>Everton Terres Cardoso </u></b> (<i>UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O objetivo do presente texto é refletir sobre como o crítico de arte se manifesta em seu texto e que papel ele exerce no campo de produção artística. Atualmente, é possível observar uma tendência dos autores de críticas de assumir uma posição de  não-pessoa , já que não usam nenhum vestígio explícito de primeira pessoa, o que denotaria que é eles mesmos são os enunciadores. Assim, parece revestir a sua opinião de um caráter factual e até mesmo científico, assumindo um lugar algo autoritário de  pequeno deus característico de um discurso jornalístico fortemente influenciado pelos paradigmas positivista e crítico. A crítica musical da revista Bravo!, publicação mensal dedicada à cultura de grande circulação no Brasil, foi utilizada como amostra para ilustrar essa forma como o gênero tem se configurado. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;jornalismo cultural, gêneros jornalísticos, crítica, revista Bravo!</td></tr></table></tr></td></table></body></html>