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JORNAL INTERCOM
Jornal semanal da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação

Ano 4, nº 90, São Paulo – SP – Brasil 28 de março de 2008
ISSN 1982-372X

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Acontece

6º Congresso de História da Mídia será o maior realizado pela Rede Alcar

A presença de mais de 500 pesquisadores inscritos é a expectativa da organização do 6º Congresso Nacional de História Mídia para o evento que será realizado de 13 a 16 de maio de 2006, na Universidade Federal Fluminense (Niterói – RJ).

A procura de pesquisadores pela participação em nos GTs tem sido intensa. Os grupos mais concorridos são os de Midiologia, Mídia Impressa e Rádio. Os coordenadores recebem os resumos para a seleção até o dia 30 de março.

Durante o congresso de Niterói, que marcará os 200 anos de implantação da imprensa no Brasil, será constituída oficialmente a Rede Nacional de Pesquisadores de História da Mídia, como uma entidade científica cujo objetivo principal é promover ações no sentido de desenvolver as pesquisas em torno dos processos históricos da comunicação no país. Além da constituição oficial, durante o congresso será eleita a primeira diretoria da entidade.

O CONGRESSO – No primeiro dia de evento, serão realizadas, além da conferência de abertura, a cargo do professor Jean-Yves Mollier, duas mesas, com pesquisadores ibero-americanos, que discutirão os cenários teóricos e metodológicos e as tendências futuras das pesquisas em história da mídia. Na mesa “Historiografia Ibero-Americana: cenários teóricos-metodológicos” participarão Juan Garguverich (Peru), Célia del Palácio (México) e Mirta Varela (Argentina). A mesa “Mídia e História: Tendências Futuras” ficará a cargo de pesquisadores brasileiros que se dedicam ao tema da historiografia da mídia há alguns anos. São eles: Ana Paula Goulart Ribeiro (UFRJ), Ana Mauad (História-UFF), Sonia Virginia Moreira (UERJ) e Lucia Maria Alves Ferreira (UNIRIO).

No segundo dia, mais duas mesas discutirão a questão historiográfica dos meios de comunicação. Na mesa “Historiografia Brasileira: influências e confluências”, os palestrantes serão Jorge Pedro Sousa (Fernando Pessoa – Portugal), Luis Humberto Marcos (Museu de Imprensa – Portugal) e Humberto Machado Fernandes (UFF). A segunda mesa do dia 14 de maio focaliza os estudos precursores em história da mídia. São palestrantes: Esther Bertoletti (Projeto Resgate – MINC), José Marques de Melo (UMESP/Cátedra Unesco/Intercom) e Alzira Abreu (CPDOC/FGV).

Para o segundo dia do Congresso, está prevista também a solenidade de constituição oficial e legal da Rede Nacional de Pesquisadores de História da Mídia – REDE ALCAR, como sociedade científica autônoma e sem fins lucrativos. Haverá ainda uma noite de lançamento de livros dos pesquisadores presentes ao evento.

No terceiro dia, além da mesa “Cinema: entre a Ficção e a História”, haverá dois colóquios lembrando os 100 anos de Adolfo Bloch e a importância dos estudos de Nelson Werneck Sodré para a questão historiográfica dos meios de comunicação. O colóquio “Nelson Werneck Sodré e os Estudos Históricos” será coordenado pela professora Luitgarde Barros (UERJ) e contará com a presença de José Marques de Melo, Marly Almeida (UNIVERSO) e terá a mediação de Esther Bertoletti. O segundo, “Adolfo Bloch: cem anos”, será coordenado por Ana Bentes Bloch.

A apresentação dos Grupos de Trabalho (GTs) ocorrerá na tarde do dia 15 de maio e durante todo o dia 16 de maio, quando haverá ainda a plenária de encerramento do Congresso.

O Congresso tem o apoio da Globo Universidade, da CAPES e do CNPq, além da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Federal Fluminense.

AS PALESTRAS – Na conferência de abertura, Jean Yves Mollier, professor de História Contemporânea da Universidade de Versailles (França), refletirá sobre o papel da mídia na história, sublinhando a importância da imprensa na construção de uma nação. Tomando como base a história francesa, Mollier se deterá no papel dos primeiros panfletos quando da Revolução Francesa, em 1879. O momento seguinte de analise é a participação dos jornalistas nas revoluções de 1830 e 1848, quando a imprensa continua a desempenhar um papel extremamente importante na história do país e da Europa, nesse momento que ele denomina “primavera dos povos”. O fim do século 19 e durante a 1ª Guerra Mundial observa-se laços estreitos tecidos entre a imprensa e o poder. E finalmente reflete sobre a ação dos jornais no fim do século 20. Portanto, através do estudo das relações entre meios de comunicação e história, a partir de um caso particular – a França –, procura refletir sobre uma questão que é universal: o papel dos meios de comunicação na construção de visões privilegiadas do Estado-Nação e das relações desses meios com o poder no sentido amplo do termo.

Na mesa seguinte, o professor Juan Garguverich, o mais importante historiador dos meios de comunicação no Peru, enfoca na sua palestra “ Los periodistas hicieron el periodismo”, as biografias dos jornalistas que tornaram possível a existência dos meios de comunicação que tem sido explorado também em sua dimensão histórica. Somente a partir dessa historicidade específica será possível, segundo ele, “a plena compreensão do importante evento que significa a fundação de um meio de comunicação”.

Célia del Palácio, presidente da Rede de Historiadores de la Prensa em Iberoamérica e professora a Universidade de Guadalajara (México), falará sobre a história da imprensa nas regiões do México, entre 1795 e 1950, privilegiando a descrição dos modelos teóricos e metodológicos que tem adotado em suas pesquisas. Também a relação imprensa e poder será privilegiada na fala de Célia del Palácio, que enfatiza igualmente as diferenças regionais no estudo da imprensa mexicana, não só no que diz respeito ao conteúdo, como também no que se refere aos processos de modernização e formatos.

Em seguida, ainda na mesa que enfoca os cenários teóricos-metodológicos da historiografia da mídia ibero-americana, Mirta Varela, professora titular da cátedra de História dos Meios da Universidade de Buenos Aires, focaliza a “H istória dos meios de comunicação na América Latina: entre modernidades periféricas e futuros para a memória”. Na sua palestra parte das questões: Existiria um debate especificamente latino-americano sobre os meios de comunicação? Que lugar pode ocupar a história dos meios de comunicação modernos na América Latina? A palestra privilegia, portanto, a seguinte reflexão: de que lugar e como pensar a historicidade desses processos na América Latina em suas próprias especificidades.

A mesa seguinte reunirá quatro pesquisadores brasileiros, que mostrarão a relação mídia e história a partir da lógica das tendências futuras dos estudos na área. Ana Maria Mauad, professora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, discutirá, em sua palestra intitulada “ Memórias do Contemporâneo: fotografia, intertextualidade e os tempos da história”, a relação entre prática fotográfica contemporânea e os tempos históricos nela inscritos, com o objetivo de “caracterizar, pelo entrecruzamento de fontes orais e fotográficas, a dimensão visual do regime de historicidade elaborado pela cultura da mídia, sobretudo a partir de meados do século 20”.

Ana Paula Goulart Ribeiro, professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura, da UFRJ, fará um balanço teórico e metodológico das pesquisas sobre história da imprensa no Brasil. Diagnosticando o crescimento de pesquisas cuja dimensão histórica é privilegiada e, paradoxalmente, a ainda incipiente institucionalização desse campo de investigação, apresenta um panorama das pesquisas sobre história da imprensa brasileira, fazendo um balanço dos principais desafios e impasses que os pesquisadores enfrentam tanto em termos teóricos como metodológicos.

Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UERJ, falará do resgate da história e o registro das tendências do rádio na mídia impressa e em livros. Em sua palestra, destacará como a consulta a revistas, jornais e livros autobiográficos pode ser estimulante para os pesquisadores de rádio. “A mídia impressa, segundo a pesquisadora, registra na seqüência de notícias aqueles dados que, reunidos, contribuem para o entendimento do contexto em que o meio se desenvolve. E os livros autobiográficos porque narram experiências únicas e particulares, baseadas em experiências reais, ainda que muitas vezes afetadas pela memória e pelo envolvimento pessoal com fatos e personagens”.

Fechando a mesa, Lucia Maria Alves Ferreira, professora do Programa de Pós-Graduação em Memória Social da UNI-RIO, enfoca a discursividade da história do presente na imprensa, quando nas páginas dos jornais apagam-se para o leitor “os mecanismos e processos que autorizam os meios de comunicação a agendar os temais sobre os quais podemos e devemos pensar”. Nas hierarquizações, acomodações e deslocamentos de sentido presentes na linguagem nas páginas dos periódicos vão sendo construídas representações do cotidiano e que, muitas vezes, conferem a esses acontecimentos a sua condição de histórico e memorável. Na sua apresentação, o objetivo é compreender os processos discursivos que sustentam alguns desses efeitos presentes nas narrativas jornalísticas. Para isso, analisa um acontecimento histórico recente, a libertação dos reféns colombianos tanto na mídia impressa, como na mídia eletrônica.

A mesa seguinte tem como tema a historiografia luso-brasileira. Jorge Pedro de Sousa, Professor da Universidade Fernando Pessoa, Portugal, faz um “B alanço dos livros pioneiros sobre a história do jornalismo publicados por autores portugueses até a Revolução de Abril de 1974”. O trabalho, baseado em pesquisa bibliográfica e em análise documental descritiva, apresenta as obras pioneiras, dedicadas à história do jornalismo, publicadas em Portugal, de forma a resgatar as obras, ao mesmo tempo, em que analisa os assuntos abordados, destacando algumas peculiaridades discursivas.

Em seguida Luis Humberto Marcos, Diretor do Museu Nacional de Imprensa, Porto, Portugal, mostrará os “vestígios” de Gutenberg presentes ainda hoje em Portugal. Além de fazer uma reanálise histórica sobre esta memória gutenbergiana, reflete sobre as razões da diferença temporal entre a implantação oficial da imprensa no Extremo Oriente (Índia, Macau e Japão) e no Brasil.

Humberto Machado Fernandes, Professor do Programa de Pós-Graduação em História da UFF e Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFF, enfoca a “ Imprensa, intelectuais e abolicionismo no Rio de Janeiro”. Privilegiando a análise dos jornais abolicionistas, mostra como a partir do final da década de 1870 ocorre a formação de uma imprensa atuante no Rio de Janeiro, imprensa essa que passa a abordar temas vinculados à história da cidade, destacando-se as grandes questões do momento, entre as quais a escravidão e a abolição. Focando a análise, sobretudo, em José do Patrocínio e Joaquim Nabuco mostra ainda como as elites tomavam contato com as idéias desses intelectuais, que “salientavam como a escravidão impedia o país de ingressar no patamar dos países civilizados, pautados pelo progresso”.

As palestras da mesa Mídia e História: Estudos Precursores começam com a intervenção de Esther Bertoletti, do Projeto Resgate/MINC que fará uma reflexão sobre o resgate das coleções dos periódicos: preservação e acesso, mostrando o início do grande projeto nacional de preservação das coleções de periódicos, que ocorreu no início dos anos 1970 e a importância de se ter uma política pública de salvaguarda e acesso das coleções, sobretudo em função do aumento do uso dos jornais e das revistas como fonte de pesquisa.

Alzira Abreu, Pesquisadora do CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, aborda em sua fala “ As cartas falsas e o jornalismo brasileiro de 1920”. A partir da análise da publicação de duas cartas, suupostamente escritas por Artur Bernardes, candidato à presidência da República, e publicadas em outubro de 1921, no jornal Correio da Manhã, a pesquisadora examina o papel que a imprensa exerceu nesse acontecimento. Esse exame permite entender algumas das características, que, segundo ela, marcaram a atuação dos jornais nos anos 1920 e as mudanças que sofreram ao longo das décadas seguintes.

A última mesa, “Cinema: entre a ficção e a história”, reúne pesquisadores seniores com jovens doutores, que fazem uma ampla reflexão sobre o caráter ficcional do cinema, perpassado muitas vezes por narrativas com pretensão ao regime de veracidade. A palestra da Vera Follain de Figueiredo, Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da PUC-Rio, Mito e História na ficção cinematográfica brasileira, analisa as releituras dos mitos românticos que deram sustentação à idéia de nação brasileira, realizadas a partir dos anos 70 do século 20 pela ficção cinematográfica, analisando o diálogo que estabelecem com outras artes e com o contexto histórico no qual se inserem.

Em seguida, Mariana Baltar Freire, doutora em Comunicação pela UFF, enfoca a “ Narrativa Documental no amálgama entre educação, escrita da história e espetáculo”. Na palestra, a jovem pesquisadora examina os filmes de viagens, muito populares nos anos 1910 e 1930, especialmente no contexto norte-americano. Segundo a pesquisadora, esses filmes ajudaram “a moldar a narrativa documentária, de um lado, reafirmando um certo lugar de legitimidade educativo/científico, buscando um diálogo com a escrita da História. Por outro lado, eles também eram atravessados por um desejo de espetáculo, mobilizado pelo fascínio da tecnologia e do exotismo”. A partir da análise dessas narrativas, reflete sobre as relações entre os “discursos legitimados socialmente como realidade e os discursos amparados na noção de espetáculo e entretenimento”.

Por último, o doutorando em Comunicação da UFF, Ivan Cappeler, discute “As relações entre Cinema e História a partir da questão da auto-reflexividade da narrativa cinematográfica”. Analisando três filmes dirigidos por Fritz Lang, analisa as possibilidades hermenêuticas abertas pelo estudo da mimesis no cinema, sistematizadas em três níveis de leitura: a alegoria a figura e o simulacro.

GRUPOS DE TRABALHO – Além das palestras, o congresso reúne também as pesquisas que vêm sendo realizadas pelos pesquisadores e que serão apresentadas nas reuniões dos Grupos de Trabalho. São 10 os Grupos de Trabalho de História da Mídia: Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Mídia Impressa, Mídia Sonora, Mídia Visual, Mídia Audiovisual, Mídia Digital, Mídia Alternativa e Mídiologia. Os pesquisadores que quiserem submeter seu texto devem encaminhar um resumo de sua apresentação diretamente ao Coordenador do GT, com cópia para mcb1@terra.com.br, até o dia 30 de março. Os textos completos, caso o resumo seja selecionado pelo GT, devem ser encaminhados até 15 de abril.

São os seguintes os endereços eletrônicos para os quais os pesquisadores deverão encaminhar seus resumos até o dia 30 de março:

Jornalismoapgoulart@terra.com.br e marcoroxo@urbi.com.br

Publicidade e Propagandamberem@cpovo.net

Relações Públicascpmoura@pucrs.br

Mídia Impressaeditor@alba.gov.br

Mídia Sonoraanabaumw@yahoo.com.br

Mídia Visualrobsonbs@terra.com.br

Audiovisualviannar@terra.com.br

Mídia Digitaldigital@walterlima.jor.br

Mídia Alternativakarinajw@hotmail.com

Midiologia - rosanava@terra.com.br

As inscrições e outras informações sobre o congresso encontram-se na página do evento http://www.mcbusiness.com.br/uff.htm. Lá se encontra além dos procedimentos de inscrição, todas as informações do Congresso, incluindo os hotéis credenciados, a localização precisa do evento, a programação completa, o currículo de todos os conferencistas.

Até 21 de março, o valor de inscrição no congresso será de R$ 100,00, para profissionais, professores, pesquisadores e outros participantes. Para estudantes (de qualquer nível), até esta data o valor será de R$ 50,00. A partir de 22 de março, o valor será de R$ 150,00 e R$ 80,00 respectivamente. E durante o evento os valores serão de R$ 200,00 e R$ 100,00.

Programação geral(definitiva)

13/05/2008 – 8:30 às 9:30

Local: Auditório Florestan Fernandes – Faculdade de Educação – Campus do Gragoatá – Niterói - RJ

· Solenidade de Abertura

13/05/2008 – 9:30 às 11:00

Local: Auditório Florestan Fernandes – Faculdade de Educação – térreo – Campus do Gragoatá – Niterói - RJ

· Conferência Inaugural

Tema: História e Mídia – relações, convergências e distanciamentos

Conferencista: Jean-Yves MOLLIER (Diretor do Centre d’histoire culturelle des sociétés contemporaines Université de Versailles)

13/05/2008 - 14 às 16 horas

Local: Auditório Florestan Fernandes – Faculdade de Educação – térreo – Campus do Gragoatá – Niterói - RJ

· Mesa 1: HISTORIOGRAFIA IBERO-AMERICANA: CENÁRIOS TEÓRICOS-METODOLÓGICOS

Palestrantes: Juan Garguverich (Peru); Celia del Palacio (México); Mirta Varela (Argentina/Alemanha)

Mediação: Ana Paula Goulart Ribeiro (Brasil)

13/05/2008 - 16:30 às 18: 30 horas

Local: Auditório Florestan Fernandes – Faculdade de Educação – térreo – Campus do Gragoatá – Niterói - RJ

· Mesa 2: COLÓQUIO MÍDIA E HISTÓRIA: TENDÊNCIAS FUTURAS

Palestrantes:Ana Maria Mauad (UFF); Ana Paula Goulart Ribeiro (UFRJ); Sônia Virgínia Moreira (UERJ); Lúcia Maria Alves Ferreira (UNIRIO)

Mediação: Ana Lúcia Silva Enne (UFF)

14/05/2008 - 8:30 às 10:30 horas

Local: Auditório Florestan Fernandes – Faculdade de Educação – térreo – Campus do Gragoatá – Niterói - RJ

· Mesa 3:HISTORIOGRAFIA LUSO-BRASILEIRA: INFLUÊNCIAS E CONFLUÊNCIAS

Palestrantes: Jorge Pedro Sousa (Universidade Fernando Pessoa – Portugal); Manuel Cadafaz de Matos (CEHLE - Portugal); Luís Humberto Marcos (Museu da Imprensa - Portugal); Humberto Machado (UFF – Brasil)

Mediação: Aníbal Bragança (UFF)

14/05/2008 - 10:30 às 12:30 horas

Local: Auditório Florestan Fernandes – Faculdade de Educação – térreo – Campus do Gragoatá – Niterói - RJ

· Mesa 4: MÍDIA E HISTÓRIA: ESTUDOS PRECURSORES

Palestrantes: Ester Bertoletti (Projeto Resgate - MINC); José Marques de Melo (UMESP/Cátedra Unesco); Alzira Abreu (FGV/CPDOC)

Mediação: Marialva Barbosa (UFF)

14/05/2008 – 18 horas

Lançamento de Livros dos Congressistas

Local: Auditório do PPGCOM – Rua Tiradentes, 148 – Ingá – Niterói

15/05/2008 – 8:30 às 10:30

Local: Auditório Florestan Fernandes – Faculdade de Educação – térreo – Campus do Gragoatá – Niterói - RJ

· Mesa 5: CINEMA: ENTRE A FICÇÃO E A HISTÓRIA

Palestrantes:João Luiz Vieira (UFF; Vera Lúcia Follain de Figueiredo (PUC-Rio); Mariana Baltar (UFF); Ivan Cappeler (UFF)

Mediação: Liliane Heynemann (UFF)

15/05/2008 – 8:30 às 10:30

Local: Auditório do PPGCOM – Rua Tiradentes, 148 – Ingá - Niterói

· Colóquio Adolfo Bloch: Cem anos

Coordenação: Ana Bentes Bloch

15/05/2008 –10:30 às 12:30

Local: Auditório do PPGCOM – Rua Tiradentes, 148 – Ingá - Niterói

· Colóquio Nelson Werneck Sodré e os Estudos Históricos

Coordenação: Luitgarde Barros (UERJ)

Palestrantes: José Marques de Melo (UMESP / Cátedra UNESCO ); Marly Vianna (UNIVERSO ); Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros ( UERJ )

Mediação : Esther Bertolett i ( Projeto Resgate- MINC )

15/05/2008 - 14:00 às 16:00 horas

Local: Instituto de Artes e Comunicação Social – IACS – Rua Lara Vilela, 126 – São Domingos - Niterói

· Reunião dos GTs

Intervalo

16:30 às 18:30

· Reunião dos GTs

16/05/2008 – 8:30 às 12:30

Local: Instituto de Artes e Comunicação Social – IACS – Rua Lara Vilela, 126 – São Domingos - Niterói

· Reunião dos GTs

16/05/2008 - 14 às 16 horas

Local: Instituto de Artes e Comunicação Social – IACS – Rua Lara Vilela, 126 – São Domingos – Niterói

· Reunião dos GTs

· Plenária Final dos GTs

16:30 Plenária de Encerramento do Congresso

Local: Auditório do PPGCOM – UFF – Rua Tiradentes, 148 – Ingá – Niterói