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Acontece
Ecos do Intercom Sudeste 2006
Intercom Sudeste 2006 tem sucesso de público
Fonte: www.unimaua.br
De 22 a 24 de maio, o Centro Universitário Barão de Mauá foi sede do Intercom Sudeste – XI Simpósio de Ciências da Comunicação, considerado o evento de Comunicação mais importante da região. Várias atividades fizeram parte do Simpósio, como palestras, fóruns, oficinas e mesas redondas. Esse ano, o Tema Central foi “Comunicação e Estado, um olhar da Região Sudeste”.
Vários nomes de expressão nacional e regional da área de Comunicação Social estiveram presentes, entre eles, o vice-presidente da Intercom, Prof. Dr. Adolpho Queiroz, o diretor artístico do Canal Futura, João Alegria, a diretora do Núcleo de Comunicação da Mauá, Vera Nice Campos, a coordenadora do curso de Comunicação Social da Mauá, Nahara Cristine Makovics, além de autoridades locais como Vicente Seixas, representando o prefeito Welson Gasparini, o Reitor da Mauá, João Alberto de Andrade Velloso e a Pró-Reitora de Acompanhamento e Registros Acadêmicos, Maria Célia Pressinatto.
“É a primeira vez que o Intercom Sudeste acontece numa cidade que não seja capital. É um orgulho sediar um evento como esse”, disse o Reitor da Mauá, João Alberto de Andrade Veloso. Para o vice-presidente da Intercom, Prof. Dr. Adolpho Queiroz, “a nova geração de comunicadores tem o papel de construir um país mais justo”. O evento reúne alunos, professores e profissionais de Ribeirão Preto e todo o Sudeste do Brasil e é promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom em parceria com a Barão de Mauá e apoio da TV Globo e Canal Futura.
Um dos destaques foi à apresentação do “Painel II: Perspectivas Regionais para a Comunicação Democrática”, com a participação de Luiz Gonzaga Mineiro – diretor nacional de jornalismo do SBT, Maurício Abravanel – diretor regional do SBT, Vera Nice Campos – publicitária e diretora do Núcleo de Comunicação da Mauá, Nahara Cristine Makovics – professora mestra e coordenadora do curso de Comunicação Social da Mauá e Alécio Scandiuzzi – jornalista e coordenador do Departamento de Comunicação Integrada da Mauá.
O assunto discutido foi a Comunicação Democrática e, segundo o diretor nacional de jornalismo do SBT, “o controle dos meios ainda não é democrático”.
Mineiro abriu a discussão falando sobre regionalização, aldeia global e a qualidade de informação no jornalismo. A platéia também participou do debate com perguntas sobre o assunto.
Outros destaques do Intercom Sudeste 2006 foram os GTs – Grupos de Trabalho, onde alunos, professores e profissionais da área de comunicação apresentaram mais de 90 trabalhos de pesquisa. O evento foi encerrado pelo doutor e professor da Ufes – Universidade Federal do Espírito Santo, Victor I. Gentilli, que falou sobre o tema do Simpósio.
Nomes de expressão nacional participam do Intercom Sudeste 2006
Fonte: www.agorasertaozinho.com.br
O Centro Universitário Barão de Mauá foi sede do Intercom Sudeste 2006 – XI Simpósio de Ciências da Comunicação, que aconteceu de 22 a 24 de maio, em Ribeirão Preto. Vários nomes de expressão nacional e regional da área de Comunicação Social estiveram presentes, entre eles, o vice-presidente da Intercom, o Prof. Dr. Adolpho Queiroz; o diretor artístico do Canal Futura, João Alegria; a diretora do Núcleo de Comunicação da Mauá, Vera Nice Campos; a coordenadora do curso de Comunicação Social da Mauá, Nahara Cristine Makovics; além de autoridades locais como Vicente Seixas, representando o prefeito Welson Gasparini; o Reitor da Mauá, João Alberto de Andrade Velloso; a Pró-Reitora de Acompanhamento e Registros Acadêmicos, Maria Célia Pressinatto.
Para o vice-presidente da Intercom, Prof. Dr. Adolpho Queiroz, “a nova geração de comunicadores tem o papel de construir um país mais justo”. O evento reuniu alunos, professores e profissionais de Ribeirão Preto e todo o Sudeste do Brasil e é promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - Intercom em parceria com a Barão de Mauá e apoio da TV Globo e Canal Futura.
“O tema central do congresso ‘Comunicação e Estado, um olhar da região Sudeste’ remete à análise, debate, reflexão e contextualização da Comunicação na região Sudeste do Brasil”, explica a professora Nahara Cristine Makovics. “As mudanças no mercado e nos cursos superiores de Comunicação Social, associadas às mudanças ocorridas no contexto político nacional, alteraram também a relação entre Estado e Comunicação. A pesquisa em comunicação vem se fortalecendo e, nesse sentido, o Intercom Sudeste 2006 foi um espaço que promoveu a articulação entre professores, pesquisadores, alunos, profissionais, instituições de ensino, mercado de trabalho e setor público”.
De acordo com a professora, foram abertas 400 inscrições e todas foram preenchidas. “Tivemos a presença também de participantes e convidados. Sendo assim, tivemos uma média de 450 pessoas”.
“Alcançamos o objetivo de trazer para a cidade de Ribeirão Preto nomes de expressão nacional e regional da área da Comunicação Social, para propiciar um intercâmbio de conhecimentos e de experiências acadêmicas, profissionais e públicas”, afirma Nahara. “Contamos com a presença de participantes não apenas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, mas, também, de outras regiões do Brasil como, por exemplo, do Rio Grande do Sul. Muitas pessoas inscritas vieram das cidades do interior de São Paulo: Americana, Limeira, Piracicaba, Rio Claro, Bauru, Jaboticabal, Itu, Salto, Limeira, entre outras”.
Viagem de aspirante a acadêmica?
Fonte: Larissa Morais, jornalista e mestranda em Comunicação Social na PUC-Rio, 28 de maio de 2006
Deu tudo certo na apresentação do meu trabalho sobre a Internet como espaço público no Intercom Sudeste. Como ando numa fase pouco modesta, me permito dizer até que minha apresentação esteve entre as mais interessantes do GT de Jornalismo.
Durante o debate, um dos professores que coordenavam o evento (desculpem, relaxei como repórter e deixei de anotar o nome dele) disse ter achado curioso meu interesse pelos comentários de leitores nos blogs de jornalismo. Ele costuma ler esses blogs, mas jamais lê os comentários.
Seria isso um indício de que meu foco está em algo que não tem a menor importância? Continuo apostando que não. Não é todo mundo que lê carta de leitores no jornal e nem por isso elas deixam de ser importantes. Diria até fundamentais.
Nos blogs, o peso dos leitores é elevado à enésima potência. Um jornal como O Globo não publica mais que umas 20 a 30 cartas por dia. Num blog de grande audiência, como o do Noblat, o número de comentários de uma única notícia postada chega freqüentemente a 300, 400. Com a diferença de que o leitor que "postou" a opinião "A" pode trocar idéias e argumentos – nem sempre de alto nível, é verdade – como o leitor de opinião "B" numa arena de muito espaço e poucas regras.
A meu ver, a blogosfera abriga hoje alguns dos debates públicos mais quentes do país. O comentário do leitor complementa a notícia, diria que a ressignifica até.
Viagem de aspirante a acadêmica ou conteúdo relevante? O que você acha?
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